Uama – Quem se cuida ama.

Probiótico
vs Pré­biótico

(Spoiler: não é tudo a mesma bolha)

Probiótico

Micro-seres vivinhos (bactérias e leveduras “do bem”) que você engole via kombucha, kefir, iogurte turbinado e afins. Eles chegam ao seu cólon, montam república estudantil e ajudam na digestão, imunidade e produção de vitaminas.

Tipo o que? : Kombucha, kefir

O que tem dentro? 

Bichinhos vivos (em milhões de UFC)

Pra que serve?

Repovoar flora, reduzir inflamação 


Prebiótico

Comida preferida dessa galera: fibras não digeríveis (inulina, FOS, etc.) presentes em chicória, banana verde, aveia — ou na nossa querida lata prebiótica. Sem rango, não há festa microbiana.

Tipo o que? : Soda com 5 g de inulina (oi, Uama!)3

O que tem dentro?

Fibra solúvel e nada de vida microscópica

Pra que serve?

Alimentar as colônias boas e desinchar

Fique esperta(o) na gôndola!

Rótulo esperto: se só diz “contém culturas ativas”, é probiótico. Se grita “5 g de fibra”, é pré­biótico. Se promete os dois, procure prova de dose eficaz. Dose que faz efeito: estudos citam ≥ 3 g/dia de fibra prebiótica para alterar microbiota; um shot de refrigerante cor-de-giz com 1 g não vai salvar seu intestino. Sobrevivência dos bichinhos: probiótico precisa passar ácido estomacal vivo; calor, pasteurização e tempo de prateleira são inimigos. Pré­biótico não morre porque já nasceu fibra.